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Moradia no Entorno da UFSC é Tema de Debate
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PALESTRA: POLÍTICAS DE GESTÃO COSTEIRA E OCEÂNICA DA COSTA RICA
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Nota de Pesar pelo Falecimento do Professor Leonardo Dirceu de Azambuja
É com profundo pesar que o Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGG/UFSC) recebe a notícia do falecimento do Professor Leonardo Dirceu de Azambuja, ocorrido nesta semana. Docente do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), o Professor Leonardo contribuiu enormemente com a Geografia brasileira, em especial na área da Educação Geográfica e Ensino de Geografia.
Como nosso egresso, Leonardo Azambuja construiu parte de suas bases teóricas e metodológicas em solo catarinense. Na UFSC, concluiu seu Mestrado em Educação (1991) e, posteriormente, seu Doutorado em Geografia (2010). Sua tese, intitulada “A Geografia do Brasil na educação básica”, é fundamental para se pensar o currículo e a renovação paradigmática do ensino de Geografia na educação básica. Tendo contribuído na formação de dezenas de novos professores, o professor Leonardo sempre destacou a necessidade de se pensar o espaço de forma cidadã. Ensinou que o caminho da Geografia Escolar deve ter como finalidade permitir que os alunos entendam o seu lugar e os outros lugares, para que cada um se entenda sujeito das suas ações.
Mais recentemente, buscou se dedicar a pesquisas e reflexões para aproximar as novas gerações de geógrafos e professores de geografia dos fundamentos teóricos e metodológicos da ciência geográfica. Suas obras buscaram decodificar conceitos em sequências didáticas acessíveis, sem perder a profundidade teórica necessária. Assim foi com a recente e honrosa publicação de sua autoria, em 2025 e intitulada “Sobre conceitos e métodos da Geografia: Elaboração e reflexões com finalidade didática”, na coleção Cadernos Geográficos, do Departamento de Geografia da UFSC, reafirmando os seus laços com nossa instituição.
O PPGG/UFSC manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos, colegas do Departamento de Geografia da UEM e a todos os estudantes que tiveram o privilégio de partilhar de sua generosidade e conhecimento.
Florianópolis, SC, Junho de 2026.
Programa de Pós-Graduação em Geografia – UFSC -
Lançamento do livro “Formação social, território, espaço: uma leitura gramsciana”
A IGS-BRASIL convida para o lançamento do livro “Formação social, território, espaço: uma leitura gramsciana” de Marcos Aurélio da Silva
Comentários:
– Manoel Fernandes de Sousa Neto (FFLCH-USP)
– Rita Matos Coitinho (Museu Victor Meirelles)Data: 17 de junho (quarta-feira)
Horário: 19h
Canal YouTube IGS-BRASIL
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Dia do Geógrafo
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CARTA ABIERTA A LA SOCIEDAD CIVIL MUNDIAL
CARTA ABIERTA A LA SOCIEDAD CIVIL MUNDIAL
A LOS DEFENSORES DE LA PAZ Y A LOS PUEBLOS DEL MUNDO
Desde Cuba: Un llamado a la vida frente a los tambores de guerra
Excelencias, líderes de organizaciones sociales, defensores de los derechos humanos y ciudadanos del mundo:
Nos dirigimos a ustedes en una hora de extrema gravedad. El aumento de una retórica agresiva y las amenazas de intervención militar por parte de sectores extremistas de los Estados Unidos contra Cuba han dejado de ser simples consignas políticas para convertirse en un peligro real que amenaza la paz de la región y la vida de millones de seres humanos.
Acudimos a la Sociedad Civil Internacional no para pedir favores, sino para apelar a la justicia y a la memoria.
Cuba es una nación pequeña que ha hecho de la solidaridad su bandera más alta. Mientras otros exportan armas, Cuba ha exportado vida.
Durante décadas, nuestro país ha enviado brigadas médicas a los rincones más olvidados del planeta, combatiendo el ébola en África, el cólera en Haití, la ceguera en América Latina y la COVID-19 en más de 40 países.
Somos un pueblo que comparte lo que tiene, no lo que le sobra, bajo la convicción de que la salud es un derecho humano universal.
¿Es esta la nación que merece ser agredida? ¿Es este el pueblo cuya integridad debe ser amenazada con portaaviones y misiles?
Una agresión militar contra Cuba no sería un “proceso quirúrgico” ni una “liberación”. Sería una masacre de civiles.
El costo humano sería incalculable. Nuestros niños, que hoy asisten a escuelas seguras, y nuestros ancianos, protegidos por un sistema de salud universal, serían las primeras víctimas de la barbarie.
Una guerra en el corazón del Caribe desataría una tragedia humanitaria que afectaría no solo a nuestra isla, sino a la estabilidad de todo el hemisferio.
La historia nos ha enseñado que las bombas nunca han sembrado democracia, solo han dejado tras de sí escombros, orfandad y resentimiento.
La paz no es solo la ausencia de conflicto; es el respeto al Derecho Internacional, a la soberanía de los pueblos y a la Carta de las Naciones Unidas.
Hacemos un llamado urgente a la movilización mundial:
1. Exigimos el respeto a la vida: Pedimos a los líderes de la sociedad civil que levanten sus voces en todos los foros posibles para denunciar el aventurerismo bélico.
2. Apostamos por la diplomacia: Instamos a la comunidad internacional a presionar por soluciones basadas en el diálogo, el respeto mutuo y la convivencia civilizada entre los Estados.
3. Protección de la infancia: Llamamos a proteger el derecho de nuestros niños a vivir en paz, sin el trauma del estruendo de la guerra sobre sus hogares.
Cuba no representa una amenaza para la seguridad de ninguna potencia. Nuestra única “arma” ha sido la resistencia y la solidaridad internacional. No permitan que el odio de unos pocos decida el destino de todo un pueblo generoso.
Líderes del mundo, activistas, intelectuales, artistas y gente de buena voluntad: Detengan la mano del agresor antes de que sea tarde.
La humanidad no necesita más guerras; necesita más médicos, más libros y más pan.
En nombre del decoro, de la justicia y de la vida, les pedimos que se unan a nuestro clamor:
¡No a la guerra contra Cuba!
¡Sí a la Paz y a la Vida!
Atentamente,
Henry Omar Pérez
Periodista y Comunicador Social
Miembro de la sociedad civil cubanaCómparte está carta para que recorra el mundo
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II Conferência Brasileira de Biogeografia e Mudanças Climáticas
Estamos chegando a II Conferência Brasileira de Biogeografia e Mudanças Climáticas (II CBB), em Florianópolis, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Campus Trindade.
O evento ocorrerá de 25 a 31 de maio.
Para maiores informações e para ver a programação com todos os convidados acesse o site do evento
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
25/05 (segunda-feira)
08:00 às 17:00 Credenciamento
(Hall do Bloco A do Centro de Filosofia e Ciências Humanas – CFH)
08:00 às 17:00 Jornadas Biogeográficas de Campo 1, 2 e 3 (esgotadas)
26/05 (terça-feira)
08:00 às 17:00 Credenciamento
(Hall do Bloco A do CFH)
09:00 às 12:00 Oficinas e Minicursos
14:00 até 17:00 Oficinas e Minicursos
(Salas de cada Oficina/Minicurso estão disponíveis em Programação, todas ocorrem nos Blocos B e F do CFH)
16:00 até 17:15 Lançamento de Livros
Auditório Paulo Fernando Lago Bloco B CFH, térreo
17:00 até 18:15 Apresentação de Trabalhos Seção Pôsteres
(Hall do Bloco B do CFH)
18:30 Apresentação Cultural / Solenidade de Abertura
19:20 Conferência de Abertura: Avanços da Biogeografia Brasileira e os Desafios em Tempos de Emergência Climática
20:10 Homenagens a Pesquisadores
Auditório do Espaço Físico Integrado 1 – EFI UFSC, 1º andar
27/05 (quarta-feira)
09:00 às 12:00 Mesa Redonda 1: Conservação da biodiversidade e da sociobiodiversidade em áreas protegidas.
Auditório do Espaço Físico Integrado 1 – EFI UFSC, 1º andar
09:00 às 12:00 Mesa Redonda 2: Restauração e conservação de ambientes naturais frente às mudanças climáticas.
Auditório Paulo Fernando Lago Bloco B CFH, térreo
09:00 às 12:00 Mesa Redonda 3: Mudanças climáticas: impactos sobre biomas e ecossistemas.
Auditório Arq. Giseli Zuchetto Knak Bloco E- anexo CFH, térreo.
14:00 às 18:20 Grupos de Trabalhos (GTs)
(Salas de cada GT estão disponíveis na Programação, todas ocorrem nos Blocos B e F do CFH)
19:00 Encontro do Evento no Bugio Trindade.
28/05 (quinta-feira)
09:00 às 12:00 – Mesa Redonda 4: Racismo ambiental e os avanços na luta pela equidade e justiça socioambiental.
Auditório do Espaço Físico Integrado 1 – EFI UFSC, 1º andar
09:00 às 12:00 – Mesa Redonda 5: Passado, presente e futuro da fauna brasileira frente às adaptações e as transformações ambientais.
Auditório Paulo Fernando Lago Bloco B CFH, térreo
09:00 às 12:00 – Mesa Redonda 6: Biogeografia e suas interfaces: biogeomorfologia e paleoambientes.
Auditório Arq. Giseli Zuchetto Knak Bloco E- anexo CFH, térreo.
14:00 às 17:30 Grupos de Trabalhos (GTs)
(Salas de cada GT estão disponíveis na Programação, todas ocorrem nos Blocos B e F do CFH)
18:30 Solenidade de Encerramento
19:10 Conferência de Encerramento: O Antropoceno e a Biogeografia na América Latina, Diálogos sobre Vegetação e o Ser Humano.
20:10 Encaminhamentos e Decisão para o Próximo Evento
Auditório do Espaço Físico Integrado 1 – EFI UFSC, 1º andar
29/05 (sexta-feira) a 31/05 (domingo)
Jornadas Biogeográficas de Campo 5, 6, 7, 8 e 9 (ainda há vagas nos campos 6 ao 9).
Comissão Organizadora da II CBB.
Maiores informações entre em contato com a Secretaria: conferencia.biogeografia@gmail.com
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Fotos do Evento 100 Anos Milton Santos.
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Evento de Homenagem – Milton Santos
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Missão de pesquisadores brasileiros na China reforça cooperação em agroalimentação e geoeconomia verde
Uma delegação composta por 13 pesquisadores brasileiros está realizando uma missão acadêmica na China com o objetivo de ampliar os estudos sobre cadeias agroalimentares e explorar novas oportunidades de cooperação entre os dois países a partir do conceito de geoeconomia verde. A iniciativa faz parte de um esforço mais amplo de internacionalização da ciência brasileira e de estreitamento das relações acadêmicas bilaterais.
Os pesquisadores representam programas de pós graduação de diversas instituições nacionais: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro), Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Universidade Federal do Ceará (UFC).
A agenda começou por Xangai, onde o grupo foi recebido na Universidade Tongji, reconhecida por sua excelência em estudos urbanos e planejamento territorial, acompanhado pelo professor brasileiro Emanuel Leite Júnior. Em seguida, os pesquisadores seguiram para a Universidade de Estudos Internacionais de Zhejiang, em Hangzhou, sendo acolhidos pelo professor brasileiro José Medeiros acompanhado da diretoria e por demais docentes da área de geografia econômica.
Na cidade de Fuzhou, a comitiva foi recebida pelo Instituto de Estudos Marxistas da universidade local, onde participaram de reuniões com professores e a direção do instituto, aprofundando o diálogo sobre desenvolvimento, planejamento e cooperação internacional.
Atualmente estão em Pequim, onde o grupo foi recebido na Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS) e Academia Chinesa de Ciências Agrícolas (CAAS), uma das mais importantes instituições de pesquisa do país. Está previstas uma semana de visitas técnicas e trabalhos de campo em parceria com a academia. Como fruto dessa colaboração, cinco doutorandos brasileiros atuarão como pesquisadores visitantes na CASS por um período de três meses.
Entre eles, destacam-se dois doutorandos da UFSC e bolsistas do CNPq, Kayuã Girardi e Otávio Cascaes, orientados pelo professor Carlos Espíndola, que desenvolverão atividades de pesquisa em Pequim no âmbito dessa cooperação acadêmica.
O projeto é financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), através do edital 016/2024. Seu principal objetivo é promover a internacionalização dos programas de pós graduação brasileiros e ampliar as redes de pesquisa e cooperação científica em temas estratégicos para o desenvolvimento sustentável.
A missão evidencia o papel da ciência como ponte para o fortalecimento das relações entre Brasil e China, especialmente em áreas fundamentais como segurança alimentar, sustentabilidade e inovação, contribuindo para a construção de uma agenda comum voltada ao desenvolvimento econômico e ambiental.
















